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Elementos químicos e biológicos, nutrição vegetal e fertilidade do solo

Nesse tópico serão mostrados os elementos que fazem parte da constituição do solo e a forma de disponibilização para as plantas.

 

Conceitos mais detalhados e aprofundados podem ser obtidos:

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Elementos que formam o solo

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Nutrientes fundamentais para as plantas

 

Dezesseis elementos são essenciais para as plantas, 3 não-minerais e 13 minerais.

 

Os elementos essenciais não-minerais são carbono (C), hidrogênio (H) e Oxigênio (O), utilizados no processo de fotossíntese e encontrados na atmosfera e na água. Eles representam 90% da matéria seca de uma planta.

 

Os elementos essenciais minerais são classificados como:

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Macronutrientes

 

nitrogênio (N)

De maneira geral é o mineral mais exigido pela planta.

Faz parte da molécula de clorofila, componente de vitaminas e de aminoácidos que formam proteínas.

Está relacionado com o aumento da vegetação de plantas.

Plantas com nitrogênio disponível possuem cor verde escura, enquanto que sua falta causa amarelecimento, iniciando-se nas folhas mais velhas.

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fósforo (P)

90% das análises de solo mostram a baixa concentração desse elemento nos solos brasileiros.

Importante para a fotossíntese, respiração, crescimento das células e da planta em geral.

Melhora a qualidade das frutas, sementes e verduras, bem como a resistência à seca.

A carência de fósforo causa desenvolvimento retardado e lento, e é manifestada nas folhas mais velhas por meio de amarelecimento e pouco brilho.

 

potássio (K)

Faz parte de mais de 50 enzimas e auxilia na síntese de proteínas.

Importante para estabilizar o pH internamente na planta.

Plantas produtoras de amido (milho), açúcar (cana) e fibras (algodão) são mais exigentes em potássio.

A deficiência de potássio reduz a fotossíntese e aumenta a respiração, o que gera diminuição no suprimento de carboidratos e energia para o crescimento e resistência a secas e geadas.

Ajuda na resistência às doenças. Importante na formação de frutos e no diâmetro dos ramos.

Os sintomas de clorose e necrose nas pontas e margens das folhas mais velhas.

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cálcio (Ca)

Relevante para a adequada absorção de nutrientes por meio das membranas celulares, na ausência de Ca (pH abaixo de 4,0) o transporte e retenção de íons através da membrana celular é perdido.

A presença de Ca melhora as condições do solo e indiretamente no desenvolvimento de raízes.

O cálcio é relevante na divisão celular e, consequentemente, no crescimento de raízes.

A deficiência se apresenta nas partes mais novas, nas gemas e pontas das raízes, aparecendo deformações nas folhas novas, cloroses e queimaduras nas margens das folhas novas.

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magnésio (Mg)

Átomo fundamental na molécula de clorofila.

Também atua na ativação enzimática, fotossíntese, respiração etc.

Sintomas de deficiência apresentam clorose internerval em folhas velhas.

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enxofre (S)

Encontra-se na planta em maior parte nas proteínas.

Ajuda no crescimento das plantas.

A falta de enxofre gera clorose generalizada nas folhas mais novas.

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Micronutrientes: agem como ativadores de enzimas específicas que atuam no metabolismo das plantas.

 

boro (B)

Facilita o transporte de açúcares através da membrana.

Importante para o crescimento de grãos e sementes.

Sua deficiência paralisa o crescimento das raízes e partes aéreas, com deformação das folhas mais jovens.

Usado em excesso pode causar toxidez.

 

cloro (Cl)

Importante na fotossíntese.

Sua deficiência apresenta murchamento, clorose, bronzeamento e deformação das folhas que tomam aspecto de taça.

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cobre (Cu)

Essencial na atividade enzimática.

Sua deficiência causa redução na taxa fotossintética.

As folhas novas mostram-se desproporcionalmente grandes.

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ferro (Fe)

Essencial na atividade enzimática.

Importante para o teor de clorofila.

A deficiência manifesta em folhas jovens que tornam-se amareladas devido à falta de clorofila.

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manganês (Mn)

Essencial na atividade enzimática.

Como a acidez do solo, comum no Brasil, favorece sua disponibilidade, a toxidez é muito mais frequente do que a deficiência.

Deficiências se manifestam em folhas jovem apresentando amarelecimento internerval.

A toxicidez (excesso) causa pontos marrons ao longo das nervuras de folhas jovens.

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molibdênio (Mo)

Essencial na atividade enzimática.

Deficiência de Mo pode gerar deficiência de N, reduzindo o teor de clorofila e, consequentemente, o crescimento da planta.

Um dos sintomas de deficiência é o aparecimento, nas folhas velhas, manchas amarelo esverdeadas, outros sintomas podem ocorrer em folhas novas.

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zinco (Zn)

Essencial na atividade enzimática.

A deficiência gera redução na síntese proteica.

A falta de Zn causa redução dos internódios da planta, nanismo e na produção de folhas novas pequenas com aspecto clorado.

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cobalto (Co)

Importante na fixação biológica do N em leguminosas.

A deficiência relaciona-se com a falta de nitrogênio, apresentando clorose nas folhas novas.

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níquel (Ni)

Contribui para o desdobramento da ureia.

O excesso de Ni é comum em regiões com alto teor desse elemento nos solos.

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É importante destacar que a classificação acima (macro e micronutrientes) está relacionada à maior ou menor quantidade utilizada pela planta e não à respectiva importância, uma vez que a falta de qualquer deles acarreta deficiências nutricionais nas plantas e consequentemente diminuição de produção.

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Matéria orgânica

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São resíduos em decomposição de plantas e animais, sendo que a presença nos solos:

- melhora a sua estrutura física (eleva a infiltração de água, diminui perdas por erosão e melhoram o preparo do solo);

- fornecem nutrientes (entre eles o fósforo);

- elevam a atividade microbiana benéfica; e

- aumentam a CTC (Capacidade de Troca de Cátions, conceito discutido adiante).

 

 

Indivíduos benéficos

 

São compostos de minhocas e larvas de insetos, além dos organismos microscópicos, como fungos, bactérias e nematoides (entre os três últimos, muitos causam doenças nas plantas, que serão abordadas na seção Sanidade Vegetal, adiante).

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Esses organismos auxiliam na formação da matéria orgânica.

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Os fungos do solo se associam com raízes das plantas estabelecendo processo de simbiose, estrutura denominada micorriza, o que assegura o aumento da superfície de absorção das raízes e, consequentemente, de nutrientes, entre eles o fósforo que pouco se movimenta no solo.

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A simbiose de bactérias (gênero Bradyhizobium) e leguminosas no sistema radicular, resulta na fixação do nitrogênio da atmosfera pela bactéria para utilização da planta. A deficiência de cobre no solo atrapalha o processo. O Mo favorece o processo de simbiose.

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O pH interfere a presença de organismos benéficos. O pH baixo atrapalha a mineralização da matéria orgânica por bactérias, deixando de liberar principalmente N, S e B, uma vez que a maior atividade desses organismos é quando o pH do solo está ao redor do neutro (pH entre 6,0 e 7,0).

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Para quem quer se aprofundar nesse tema pode-se ler o livro Microbiota do Solo e Qualidade Ambiental, publicado em 2007 pelo Instituto Agronômico de Campinas (IAC).

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Elementos tóxicos presentes no solo

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  • alumínio (Al)

Presente em solos ácidos, principalmente no Cerrado, ao ser absorvido se acumula nas plantas causando retorcimento de caule e galhos e inibindo o desenvolvimento vegetativo e radicular.

Além disso, torna as raízes mais grossas e curtas.

Ele inibe a absorção de P e  Ca.

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  • outros

Cadmio (Cd), Chumbo (Pb), Bromo (Br), Iodo (I), Flúor (F), Selênio (Se) e Cromo (Cr).

 

  • observação

A elevada acidez do solo pode gerar excesso de Ferro (Fe) e de Manganês (Mn), transformando-os de micronutrientes benéficos para elementos tóxicos.

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Conceitos sobre a química do solo e disponibilidade de elementos nutricionais para as plantas

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A solução do solo

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O solo é formado por diversos componentes sólidos (como areia grossa, areia fina, limo e argila), sendo que as partículas microscópicas, imperceptíveis a olho nu, são chamadas coloides que são constituídos por minerais (argilas) e/ou matéria orgânica (húmus).

 

A atividade química e nutricional dos solos é oriunda principalmente dos coloides. Os íons dos coloides geralmente são negativos (ânions) e por isso podem atrair/reter íons com cargas positivas (cátions). O mesmo princípio do imã: (+) atrai (-) e vice-versa; enquanto (+) repele (+) e (–) repele (–).

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Também existem solos com cargas positivas (+), mas solos com cargas negativas (–) são predominantes.

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Desse modo, os coloides (argila e matéria orgânica) que possuem íons com cargas negativas (–) retêm elementos com carga positivas (+), inclusive trocando-os / substituindo-os entre si:

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Macronutrientes
Micronutrientes
Matéria orgânica
Indivíduos benéficos
Elementos tóxicos
Nutrientes essenc.
A química do solo
Figura com os ânions: potássio, sódio, hidrogênio, cálcio, magnésio e alumínio.
Manejo do solo
Acidez do solo

Esse fenômeno explica a maior perda por lixiviação (perda/carregamento de substâncias químicas para níveis mais profundos do solo, por meio de chuva) de nitrogênio em forma de NO3¯ (nitrato) em relação ao  NH4+ (amônio), pois esse último, que possui carga positiva, é retido pelos coloides de cargas negativas (–).

 

A quantidade de elementos de carga positiva (cátions) que um solo pode reter é chamada de Capacidade de Troca de Cátions (CTC).

 

Quanto maior a CTC, mais posições negativas (–) o solo possui que, por sua vez, podem ser ocupadas ou trocadas por elementos de carga positiva (+).

 

No Brasil a grande maioria dos solos possui CTC baixa, ocasionada principalmente pelo alto processo de lixiviação.

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A CTC é influenciada:

- pela qualidade e quantidade de argila e matéria orgânica;

- pela superfície específica do solo (quanto menores, argila e matéria orgânica, maior superfície específica e retenção de água); e

- pelo pH.

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Manejo do solo

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Solos argilosos (de textura mais fina em relação aos arenosos) podem compactar com maior facilidade, reduzindo os microporos da estrutura.  Isso limita a circulação de ar, a retenção de água e a presença de atividade microbiana benéfica às plantas.

 

O manejo do solo deve se preocupar com a compactação causada por máquinas e implementos agrícolas.

 

No início da década de 1970 no Paraná iniciou-se a adoção da técnica de Plantio Direto que veio a revolucionar o sistema produtivo brasileiro, influenciando inclusive produtores de outros países.

 

Nesse sentido, pode-se consultar as seguintes publicações:

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Acidez do solo

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Solos ácidos dificultam o desenvolvimento de plantas e consequentemente a produção.

Ácidos liberam hidrogênio que substituem potássio, sódio, cálcio e magnésio, que se perdem por lixiviação.

A faixa ideal é entre pH 6,0 e 7,0!

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Correção da acidez do solo através da aplicação de calcário

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Com a calagem (utilização de calcário) os carbonatos (de Ca e de Mg) reagem com o hidrogênio e insolubilizam o alumínio, substituindo-os por Ca e Mg.

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Os benefícios da calagem são:

  • eleva o pH;

  • fornece nos nutrientes Ca e Mg;

  • diminui a toxicidade de Al, Mn e Fe;

  • diminui a indisponibilidade de fósforo (P);

  • aumenta a disponibilidade de N, P, K, Ca, Mg, S e Mo;

  • aumenta a atividade microbiana, que pela decomposição da matéria orgânica aumenta a liberação de N, P, S e B;

  • melhora as propriedades físicas do solo; e

  • aumenta a produtividade.

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A tabela abaixo mostras os tipos de calcário comercializados:

Tabela com teores de cálcio e magnésio dos calcários calcítico, magnesiano e dolomítico.
Análise do solo

Análise do solo

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Para saber quais nutrientes o solo precisa é necessário realizar análise de solo da área em que se deseja plantar.

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Existe um procedimento técnico para realizar a coleta das amostras destinadas à análise, que visa obter amostras homogêneas que representam a área.

 

O informativo da EMBRAPA, Amostragem e Cuidados na Coleta de Solo para Fins de Fertilidade, ensina a técnica.

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As análises de solo geralmente analisam os teores dos seguintes elementos:​

Elementos com carga positivas (+)
Figura com elementos importantes para as plantas.

A figura abaixo mostra como alguns cátions são interpretados numa análise de solo:

Figura ilustra a interpretação de cátions numa análise de solo.
Conclusão

​Fonte: figura elaborada pelos redatores, resultado de pesquisa realizada na publicação da EMBRAPA Adubação e Correção dos Solos: Procedimentos a Serem Adotados em Função da Análise dos Solos.

 

 

A recomendação das doses de fertilizantes e corretivos não é tarefa trivial!

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Como redigido por Maria José da Silva Luz, Gilvan Barbosa Ferreira e Gilvan Barbosa Ferreira, da EMBRAPA.

 

”A experiência do técnico que atua na região, o conhecimento da cultura a ser cultivada ou do sistema de rotação adotado, a disponibilidade de capital do agricultor e a análise do solo, feita periodicamente (de preferência a cada ano), além da análise foliar, são fatores fundamentais a serem considerados na correta indicação das doses a se aplicar”.

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Conclusão

 

Como pudemos verificar, o solo é uma estrutura complexa que concentra aspectos químicos, físicos e biológicos, desenvolvidos nos milhões de anos de evolução do planeta.

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O domínio técnico de cada um dos referidos aspectos é exigido para que se possa manejar adequadamente o solo e, consequentemente, cultivá-lo.

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Cada caso tem sua particularidade, mas de maneira geral os seguintes passos podem ser seguidos para manter solo e plantas saudáveis:

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Nutrição e manejo

  1. efetuar análise do solo;

  2. determinar a necessidade de correção de acidez e de introdução de outros nutrientes (peça ajuda de um Engenheiro Agrônomo);

  3. aplicar e incorporar no solo corretivos de acidez e de níveis de fósforo (30 a 60 dias anteriores ao plantio). A incorporação já deve prever a eventual descompactação do solo.

  4. corrigir matéria orgânica

  5. plantar e introduzir outros macro e micronutrientes.

  6. manter cobertura morta (folhagem seca, por exemplo) para preservar a umidade e inimigos naturais

 

Por fim, o Boletim 200, do Instituto Agronômico de Campinas, traz a recomendação de calagem e adubação das principais culturas comerciais.

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